terça-feira, novembro 11, 2014

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O cristão pode dançar em ocasiões festivas?


dança como instrumento de interação social


Por Hermes C. Fernandes

“Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.” Mateus 11:16-17

Supondo que a questão da dança como expressão de louvor esteja superada, passemos adiante e reflitamos sobre a dança em seu aspecto social.

Haveria alguma base bíblica que respaldasse o boicote dos cristãos à dança? Seria errado que um pai de família dançasse a valsa na celebração dos quinze anos de sua filhinha? Ocasiões como casamentos, aniversários e formaturas não poderiam ser festejadas com danças? O marido que num rompante romântico tirasse a esposa para dançar estaria cometendo algum sacrilégio?


Sugiro que deixemos de lado nossos preconceitos e investiguemos o que dizem as Escrituras sobre isso.

O sábio Salomão salienta que “tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar (Ecl.3:1-4).

Certamente que ele não estava referindo-se à dança litúrgica, mas a celebração que fosse o contraponto do pranto e do luto.  Se num funeral, pranteava-se, num casamento era comum que os convivas acompanhassem os nubentes na dança.  No Israel dos tempos bíblicos, não havia bodas sem baile. Seria como um casamento sem bolo em nossos dias.  Duvido muito que o próprio Jesus não tenha dançando durante as bodas de Caná da Galileia. Teria sido uma desfeita, pra não dizer uma afronta.


Muitos cristãos preferem não frequentar festas porque se sentem deslocados quando a turma começa a dançar. Uns, simplesmente se levantam, e saem à francesa. Outros se sentem afrontados por acharem que sua presença deveria impor algum respeito.  Ora, se somos orientados a “chorar com os que choram e alegrar-nos com os que se alegram”, logo, deveríamos, no mínimo, sentir-nos contentes de vê-los celebrar.  Jamais deveríamos portar-nos como “estraga-prazeres”.

Lemos em Juízes 21 que a tribo de Benjamim se via ameaçada de extinção e que, por isso, seus homens foram a uma espécie de baile à procura de moças para se casarem.  “Quando as moças estavam dançando, cada homem tomou uma para fazer dela sua mulher. Depois voltaram para a sua herança, reconstruíram as cidades e se estabeleceram nelas” (Juízes 21:23). Aquela tribo foi salva por um baile.

É claro que não estamos aqui fazendo apologia aos bailes onde prevalece a imoralidade. A própria igreja ou as famílias poderiam promover celebrações onde os jovens pudessem se alegrar e bailar de maneira decente, saudável e divertida. Quantos anciãos poderiam aproveitar um baile da terceira idade para fazer amigos e até encontrar alguém com quem pudessem compartilhar o restante de sua vida!

Além de espirituais, também somos seres sociais.

Também não estou defendendo que se façam bailes como estratégia evangelística, mas como celebrações legítimas para o próprio povo de Deus, onde possamos dar boas gargalhadas, brincar entre amigos, cantar, dançar e festejar sem nos preocupar com críticas dos que se consideram super-espirituais.

A ausência de dança representava juízo de Deus sobre o Seu povo

Na Antiga Aliança, a falta de dança era resultado do juízo de Deus sobre o Seu povo.

“Cessou a alegria de nosso coração”, desabafa Jeremias,  “converteu-se em lamentação a nossa dança” (Lm. 5:15). Se o coração de Deus não estava alegre, isso acabava refletindo na vida social do Seu povo. Cria-se que a alegria do Senhor era força do Seu povo. Se Deus estava satisfeito, logo, todos festejavam. 

A propósito, o Deus que se revelou aos patriarcas e profetas é um Deus festeiro. Não foi à toa que Ele estabeleceu quatro festas anuais em Israel, e todas elas regadas a muita dança. 

Ora, se a ausência de dança indicava juízo, sua volta marcava a restauração da alegria do povo.

O mesmo profeta prediz:
“Então as moças dançarão de alegria, como também os jovens e os velhos. Transformarei o lamento deles em júbilo; eu lhes darei consolo e alegria em vez de tristeza.” Jeremias 31:13
O salmista também testifica: “Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria” (Sl. 30:11). Restauração é a palavra-chave. Onde quer que ela ocorra, sobram motivos para festejar.

Foi o que aconteceu no retorno do filho pródigo. Aquele momento precisava ser celebrado. Por isso, o pai mandou anunciar que naquela noite haveria baile na fazenda.  Não era um culto, mas um baile. Porém, aos ouvidos de Deus aquele baile soaria como um autêntico culto de ação de graça. Enquanto todos se divertiam, o filho mais velho que passara o dia no campo trabalhando chegou perto de casa, e “ouviu a música e as danças” (Lc. 15:25). Aquela foi a gota d’água. Ofendido, ele recusou-se a entrar na festa. Foi preciso que o pai saísse ao seu encontro e o convencesse de que aquela era uma ocasião propícia para celebrar. O filho que estava morto havia revivido.

Quantos de nós temos reagido exatamente como o filho mais velho da parábola? Não admitimos que outros celebrem. Questionamos suas motivações. Achamos que a única razão de celebrarmos é o fato de sermos salvos. Ok.  Esta é a mais forte razão, mas não é a única. Por que não festejarmos o nascimento de um filho? Por que não sair pra dançar com a esposa no aniversário de casamento? Por que não tirá-la pra dançar na sala de estar ao som de uma música romântica? Será que o Espírito Santo se sentiria ofendido ao ver um casal abraçado dançando romanticamente? Creio que não. Aborrecido ficaria ao vê-los brigar, discutir, se agredir verbalmente.

Sempre haverá ocasiões especiais para serem celebradas com danças. Lemos que “quando os soldados voltavam para casa, depois de Davi ter matado o filisteu, as mulheres saíram de todas as cidades de Israel ao encontro do rei Saul com cânticos e danças, com tamborins, com músicas alegres e instrumentos de três cordas.” (1 Sm. 18:6). E não eram propriamente louvores a Deus que entoavam.

Há quem pense que só podemos dançar canções que exaltem o nome do Senhor. Porém, há canções que, ainda que não mencionem o nome “Deus”, exaltam valores que nos são caros, tais como família, amizade, amor, etc.

Confesso que não me sentiria confortável dançando com a minha esposa ao som de louvores. A ocasião não é própria para isso. O que não falta é oportunidade de louvar ao meu Deus, e acho que Ele não se sente enciumado quando tiro minha esposa para dançar ao som de uma canção romântica secular. Desde que sua letra não afronte minha fé e meus valores, nada impede que eu a curta ao lado de quem amo.

No próximo post quero abordar o outro lado da moeda, mostrando como a dança tem sido usada como instrumento de sedução e alienação. 

20 comentários:

  1. Eu sou uma pessoa suspeita em dizer isso; 1. Por que gosto sobremaneira dos teus artigos. 2. Eu danço. Tanto ministerialmente, quanto profissionalmente. Então, diga-se de passagem que trata-se de um dos textos mais completos para mim sobre este assunto, nos últimos anos.
    Obrigada por isso!

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  2. Obrigado pelo precioso comentário, Thaís. O assunto, todavia, não foi esgotado. Espero terminar mais dois posts falando sobre a dança como instrumento de sedução e alienação e como expressão artística.

    A propósito, gostei muito do seu blog. Parabéns. Aparece sempre por aqui.

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  3. Engraçado q ninguém ensina os bebês a dançar.
    Fazem sozinhos com a batida musical ou quando a mamãe canta uma canção.
    Sinal de alegria!

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  4. Engraçado q ninguém ensina o bebês a dançar.
    Basta a batida musical ou a mamãe cantando uma canção e já se mexem... E quando fazem isso estão felizes!

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  5. Não havia pensado nisso, Vânia... Parece que se trata de uma habilidade nata. rs

    Obrigado pelo comentário.

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  6. Hermes, vou dizer que sou lili ok?
    Pois bem! Eu sou rainha de bateria de uma escola de samba do Rio, e danço no carnaval sendo com poucas roupas, quase nua isto está agradando a Deus? É dança!
    Vejo que não! Isto é só para dizer para voce que para mim é imoral esta dança e carnal, mas todos lá são escravos deste mau e é difícil d sair disto, pois gera muito dinheiro, fama, e pousar nua em ensaio pornografico.
    Meu caro, a maioria dos passistas e dançarinos de samba no transcorrer do desfile são possuídos por uma força sobrenatural do mau, a vontade na hora é de tirar a roupa toda e ficar pelada(0), voce escuta vozes estranhas para fazer isto, e todos ficam totalmente pervertidos sem noção pois estão possuídos.
    Falo que que sei.
    É o dançar como voce disse que não tem nada a ver.
    Olha que as maiorias das músicas e os compositores são macumbeiros e bruxos.
    Estou cansada de desfilar quase nua e dançando ao som de baterias, e músicas imorais. Isto agrada a Deus? É uma dança também como qualquer outra que não tem nada a ver para voce.
    Se é dança? Está valendo não é mesmo?
    Mas vejo que estou errada e vejo que estas danças não agrada a Deus, pois saio de lá arrasada, deprimida alguma coisa me reprova não sei o que.
    Então eu li o seu artigo, e vi que dançar tem dois sentidos, um na carne na emoção e holofotes, o que eu faço sem noção nenhuma, danço e rebolo mesmo com sexualidade e quase nua, e vejo que isto é do diabo, é uma perversão total.
    E também vi que dançar na presença de Deus é diferente que dançar na carne, pois já presenciei minha melhor amiga que é evangélica, sendo tomada por um poder diferente do que o meu quando estou na passarela, e ela dançava na alegria e paz era diferente mesmo.
    Eu sentia alguma coisa diferente uma paz naquilo que ela fazia.
    Perguntei a ela onde vinha tanta alegria que eu não tinha, e ela disse que era do Espírito Santo enchendo sua vida e por isto ela dançou na presença de Deus, e depois falou uma língua diferente que eu não entendi, foi lindo ver aquilo.
    Sou rainha de uma bateria na escola de samba do Rio de janeiro, mas penso em largar tudo pois sou infeliz em ficar dançando músicas que vejo agora que não glorifica a Deus, e sim ao diabo.
    Converso muito sobre Deus com esta amiga evangélica.
    Para o mundo sou uma artista, convites para pousar nua? Direto, isto que é o mundo e seus prazeres oferece, mas vejo que sou vazia, sem paz, e vejo que para Deus sou uma pervertida, e estou pervertendo muitos homens em mostrar meu corpo nu, isto está doendo em mim.
    Então cuidado com que tipo de dança voce faz.
    Tem dança que não agrada a Deus e sim o diabo o mau.
    Na Verdade afirmo isto que escrevi.
    Lili.

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    1. Oi Lili, li todo o seu depoimento. E gostei muito. Tenho uma experiência para compartilhar com você. Se ainda ver esse comentário, peço que entre em contato comigo pra eu compartilhar com você a experiência que tive. contato@ciageracaoprofetica.com

      Obrigada!

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  7. É só olharmos para os judeus modernos e perceberemos a dança como manifestação cultural encarnada nas escrituras veterotestamentárias em suas vidas. Quem já assistiu os judeus dançando não fica à margem da alegria, entusiasmo e emoção que eles manifestam com a dança.
    Perfeito o seu texto! Concordo com o comentário do "Ponto da Lira", um dos textos mais sérios e completos que eu li sobre o assunto.

    Autoriza-me reproduzi-los com os devidos créditos em meu blog?

    Um abraço,

    M.O.O.
    Rio de Janeiro, RJ.

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  8. Anônimo9:20 AM

    Hermes esta ilustração sua aí em cima de dançar tango na igreja é uma barbaridade Hehehe!Olha do jeito que as igrejas "evangélicas" estão, poderão aderir isto aí e começar a dançar tango, salsa, bolero, samba etc, e vão dizer que é para louvar a deus, ou seja deus deles é claro, que o meu Deus Verdadeiro louvamos no poder do Espírito Santo e com Verdade de coração puro e santo.
    Não dá! Pega leva nestas ilustrações suas que vc expõe em seus textos, um dia vc pôs um Sansão que parecia um homossexual o cara era uma bichona, parecia dançarino de boate dos clubes das mulheres, agora pôs dançarinos de tango?
    Que tipo de dança as igrejas vão dançar agora Hermes, pois o que já vemos é altamente carnal e chato de ver, ridículos, será que a próxima dança nas igrejas vai ser o funk com os maloqueiros do Rio e de São paulo do comando vermelho e do PCC no púlpito fumando maconha?
    É triste ver isto que acontece nas "igrejas"!
    Olha que já vi pastor falar publicamente que introduziu estas danças que fazem nas igrejas sem noção, porque sua filha era pervertida e a única maneira de segura-la para ela não ir para o mundo, era dançar o que ela fazia, mas ele disse que não estava resolvendo nada porque em casa o bicho pegava entre eles.
    Se não tiver mudança radical uma transformação no poder do Espírito Santo nada muda, na carne nas paixões deste mundo é destruição mesmo de vidas.
    Muitos cristão que conheço disseram o mesmo, que é uma maneira de segura seus filhos para não contaminar com o mundo.
    Quem segura seus filhos é Jesus Cristo e poder de sua Palavra de libertação e vida eterna, juntamente com o poder da oração e jejum é que vai mudar o comportamento dos seus filhos.
    E muitos dos filhos desses amigos me disseram que fazem isto contra sua vontade, forçados.
    E muitos disseram que é ótimo que eles aparecem na TV.
    Outros a minoria disseram que gostam.
    Dança nas igrejas é conversa para boi dormir, é mais uma atração do homem carnal, pois o Espírito Santo está fora destas coisas e a atração especial é o homem e suas macaquices, sendo que o Espírito Santo é fogo transformador e os líderes não querem isto, suas visão é igrejas enormes, e casa cheia de gente, mas ausente do Espirito Santo, é um funeral religioso que vemos nas igrejas evangélicas, está empatando com a Babilônia Católica, mortas espiritualmente.

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  9. Sinta-se a vontade, Marcelo.

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  10. Anonimo e Lili, vocês têm o direito de discordar. Obrigado pelos comentários.

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  11. So os apaixonados sabem como é bom. Belo post. abraços

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  12. Hermes, tem muitos cristãos que estão dançando todos os ritmos de músicas e danças e estão gostando, principalmente as do mundo estão dançando mas ao som de Satanás no ritmo do inferno.
    Não concordo com seu texto ok?
    Pelo que vejo está liberado por vc Hermes, o cristão pode dançar qualquer ritmo de música ou seja, as do mundo e da igreja, e pode dançar a vontade qualquer dança, uma pergunta! Um cristão, sendo uma mulher pode dança mexendo, esfregando as nádegas, o famoso bumbum como faz no funk encostando no membro no pênis de um homem ao ritmo de música, é dança? É normal isto no reino de Deus?
    Para com esta besteira Hermes!
    O dançar somente é no poder do Espírito Santo, que é totalmente diferente e agrada a Deus, o resto é sacanagem e prazeres da carne que ocorre nas igrejas.
    As igrejas evangélicas estão mortas espiritualmente e querem atrair o povo a congregar com atrações do mundo dentro dela, mas o o Santo Espírito Santo não habita entre as igrejas, pois não tem espaço para Ele.
    Por gentileza diz qual é a dança que agrada a Deus.
    Funk, samba, bolero, tango, axé da Bahia terra da macumba e etc, qual é Hermes!
    Com este pensamento vais acabar dançando no inferno.
    Agrada-te ao teu Deus como cristão cheio do Espírito Santo, e que só pensa em ganhar almas, e não fica perdendo tempo em ficar dançando não! Se não quem vai dançar é voce! e os demais que voce tenta convencer!
    Não há mais tempo para ficar perdendo tempo com coisas insignificantes, enquanto milhões de pessoas estão morrendo sem salvação sem Jesus.
    Preguem o evangelho de Jesus e sua salvação pois não mais tempo a perder. Quem ganha almas sábio é, diz o pregador o rei salomão!
    É lamentável ler isto!

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    1. Anônimo9:32 PM

      pelo jeito você não entendeu.
      Tente ler de novo, caso não entenda, procure um professor para algumas aulas de português e literatura.

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  13. Anônimo5:46 PM

    Como esse ´povo evangélico é doente!!!!!
    Ainda bem que não sou mais desse meio!

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  14. Anônimo8:21 PM

    Dançando música secular,até mesmo na igreja?Não,esta não é a adoração ensinada em Jo 4:24.Analizando, certas letras da romântica são repugnantes intencionadas a levarem pessoas a imoralidade,e ainda idolatram,certos dizem:tu es meu tudo,sem você não tem razão a minha existência.O que? colocando o seu amor no lugar do Salvador.

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  15. Concordo plenamente com vc pq os prÓprios evangélicos n podem fazer bailes p se divertir c musicas decentes, sem necessariamente serem gospeis!Um ambiente sadio!
    CICI

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  16. Anônimo9:33 AM

    Esse tal de J.C tá precisando de umas boas aulas de interpretação de textos .... rsrs

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  17. Ó anônimo, que é que a tal de Sonia, isto aí é texto? Para, Ó!
    O seu blog é uma porcaria, e vc vem dizer em interpretação de texto, se vc não sabe fazer texto?
    Pimenta nos olhos dos outros doe? No seu parece que não! Hipócrita.
    Cada um interpreta no que pensa, já que vc é mestre nos textos, vc consegue interpretar o livro do Apocalipse? Nem o apóstolo João consegui? Ficou atormentado! Fica esperta!
    É por isso que o blog do Hermes é o mais visitado, porque ele deixar todos comentar o que pensam, gente boa esse Hermes, par de orelhas GG vc.

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  18. Anônimo9:27 PM

    Anônimo, por a caso isto que está escrito aí é texto?
    Para Ó!
    Ler isto aí, vamos perder meu tempo com isto aí escrito?
    Me desculpe Hermes, mas este texto aí é uma...
    E tem gente que gosta de comer sardinha e caviar nê! E depois rota em seus próprios textos como o anônimo aí!

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